quarta-feira, 25 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
quinta-feira, 12 de julho de 2007
A morte não é o fim...A primavera está chegando por aqui...Mas nem todos terão uma primavera florida...Como é o caso de nossa jovem Rebeka...Espero que se divirta...Leia o primeiro capitulo da história mas preste bem atenção...Depois de ler responda a pergunta que eu fizer clicando em "comentários" abaixo do texto...Boa sorte...
Capitulo 1
Olá meu diário...Não estou acostumada em fazer diários...Mas creio que o primeiro será melhor...As garotas estão acostumadas a fazer diários para lembrarem de seus melhores e piores momentos...Creio que eu seja uma garota normal...Mas minhas histórias não são tão normais...Meus momentos foram tão confusos que não consigo definir o melhor do pior...Quando eu tinha 8 anos fui violentada pelo meu pai...Ele me mandou sentar nua em uma bacia de água fervendo...Mas eu na hora não sabia bem o que fazer...Ele passou a mão em mim...Eu o abracei...Eu pedi ajuda para ele...Era tão ruim quando o único que te pode ajudar era teu maior inimigo...Ele depois me beijou...Eu chorei muito...Ele me vestiu...E finalmente minha mãe chegou quando anoiteceu...Meu pai bateu nela...Mas ela voutou com uma faca na mão e toda sangrada...
Vemos aqui que Rebeka passou por um caso complicado...O que vc faria se seu próprio pai fosse seu estuprador?
Olá meu diário...Não estou acostumada em fazer diários...Mas creio que o primeiro será melhor...As garotas estão acostumadas a fazer diários para lembrarem de seus melhores e piores momentos...Creio que eu seja uma garota normal...Mas minhas histórias não são tão normais...Meus momentos foram tão confusos que não consigo definir o melhor do pior...Quando eu tinha 8 anos fui violentada pelo meu pai...Ele me mandou sentar nua em uma bacia de água fervendo...Mas eu na hora não sabia bem o que fazer...Ele passou a mão em mim...Eu o abracei...Eu pedi ajuda para ele...Era tão ruim quando o único que te pode ajudar era teu maior inimigo...Ele depois me beijou...Eu chorei muito...Ele me vestiu...E finalmente minha mãe chegou quando anoiteceu...Meu pai bateu nela...Mas ela voutou com uma faca na mão e toda sangrada...
Vemos aqui que Rebeka passou por um caso complicado...O que vc faria se seu próprio pai fosse seu estuprador?
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Capitulo 2
Logo após aquilo...Minha mãe arrumou as malas e me pediu para que eu não gritasse...E foi o que eu fiz...Ela tapou meus olhos e passou pelo corredor comigo...Deixou-me no pátio e foi buscar as malas...
Então seguimos a estrada de carro até chegar na casa de minha avó...Nunca mais vou tirar da cabeça a imagem que vi lá...Minha avó estava na frente da porta sentada em uma cadeira de balanço embalada pelo vento forte que soprava...Mas em meus olhos inocentes eu vi que ela estava dormindo...Imóvel...Sem dar um suspiro...Apenas dormindo... Em um sono mais profundo que eu já tinha avistado...Ela fedia a podre...A casa dela fedia a podre...Ela estava sem um pedaço da face...Minha mãe começou a chorar...Praticamente lagrimas de sangue...Eu não perco essa mania...De dizer como são as lagrimas daqueles que choram...Minha avó estava morta...Morreu sozinha neste mundo de horror...Minha mãe arrumou a casa...Limpou tudo...Ficou linda, cheirosa, mas com as magoas do passado...E com a lembrança de algo mortal e importante em nossas vidas.
O que Rebeka quis dizer com lagrimas de sangue?
Logo após aquilo...Minha mãe arrumou as malas e me pediu para que eu não gritasse...E foi o que eu fiz...Ela tapou meus olhos e passou pelo corredor comigo...Deixou-me no pátio e foi buscar as malas...
Então seguimos a estrada de carro até chegar na casa de minha avó...Nunca mais vou tirar da cabeça a imagem que vi lá...Minha avó estava na frente da porta sentada em uma cadeira de balanço embalada pelo vento forte que soprava...Mas em meus olhos inocentes eu vi que ela estava dormindo...Imóvel...Sem dar um suspiro...Apenas dormindo... Em um sono mais profundo que eu já tinha avistado...Ela fedia a podre...A casa dela fedia a podre...Ela estava sem um pedaço da face...Minha mãe começou a chorar...Praticamente lagrimas de sangue...Eu não perco essa mania...De dizer como são as lagrimas daqueles que choram...Minha avó estava morta...Morreu sozinha neste mundo de horror...Minha mãe arrumou a casa...Limpou tudo...Ficou linda, cheirosa, mas com as magoas do passado...E com a lembrança de algo mortal e importante em nossas vidas.
O que Rebeka quis dizer com lagrimas de sangue?
terça-feira, 10 de julho de 2007
Capitulo 3
Dia 20 de setembro...Primavera...Naquele dia eu tinha acordado mais cedo com um barulho de batidas fortes na terra...Era minha mãe enterrando vovó...Em um caixão que ela tirou do porão...Minha avó dizia para eu não ir ao porão...Por causa do bicho-papão que só aparecia no escuro dos corações que sofriam de solidão...Mas eu sabia que os caixões vinham do porão, pois meu avô tinha retirado um para me mostrar...Ele dizia “minha vampirinha...” Coisa que eu não dava muita importância, até hoje...Em que realmente me sinto um ser imortal e com sede de sangue... Alimentando-me do medo dos pobres e tristes mortais presentes em minha vida...
...Aquela manhã foi terrível para mim e com meu olhar de criança olhando pela fresta da janela...Com os pequenos olhos focados na morte que eu nunca conheci...Olhei meu ursinho e achei que ele estava sofrendo comigo...Foi inexplicável a minha troca de sentimentos...Quando o abracei senti um amor e afeto...Estranho explicar...Como foi melancólico e extremamente forçado...Eu quanto mais chorava mais queria sofrer...Para que meu ursinho limpasse minhas lagrimas...Mas infelizmente ele não fez isso...Eu corri meus dedos pela parede...Coloquei meus pés congelados pra fora da porta...E fui dando passos leves para que alguém não acordasse do sonho profundo da morte...
Você já ficou triste e procurou chorar para que lhe dessem um consolo?
Dia 20 de setembro...Primavera...Naquele dia eu tinha acordado mais cedo com um barulho de batidas fortes na terra...Era minha mãe enterrando vovó...Em um caixão que ela tirou do porão...Minha avó dizia para eu não ir ao porão...Por causa do bicho-papão que só aparecia no escuro dos corações que sofriam de solidão...Mas eu sabia que os caixões vinham do porão, pois meu avô tinha retirado um para me mostrar...Ele dizia “minha vampirinha...” Coisa que eu não dava muita importância, até hoje...Em que realmente me sinto um ser imortal e com sede de sangue... Alimentando-me do medo dos pobres e tristes mortais presentes em minha vida...
...Aquela manhã foi terrível para mim e com meu olhar de criança olhando pela fresta da janela...Com os pequenos olhos focados na morte que eu nunca conheci...Olhei meu ursinho e achei que ele estava sofrendo comigo...Foi inexplicável a minha troca de sentimentos...Quando o abracei senti um amor e afeto...Estranho explicar...Como foi melancólico e extremamente forçado...Eu quanto mais chorava mais queria sofrer...Para que meu ursinho limpasse minhas lagrimas...Mas infelizmente ele não fez isso...Eu corri meus dedos pela parede...Coloquei meus pés congelados pra fora da porta...E fui dando passos leves para que alguém não acordasse do sonho profundo da morte...
Você já ficou triste e procurou chorar para que lhe dessem um consolo?
Capitulo 4
Lá na área de minha vovó...Em frente à porta existia um balanço que papai tinha feito pra mim...E naquele balanço tinha uma menina...Ela tinha cabelos compridos e pretos...Ela, na verdade estava toda de preto, só com uma gola branca...Ela era linda...Era muito branca...Parecia de neve...Parecia uma boneca...Eu me aproximei para que ela pudesse olhar para mim e de repente perguntar “quem é você?...” mas na verdade fui eu quem perguntou a ela...E ela por incrível que pareça não se quer olhou para mim...Respondeu:
...Meu nome é Emily...Não tenha medo de mim como todos têm...Não diga que sou do demônio...Eu sou o demônio...Muito prazer...Rebeka...
E eu perguntei: “... Rebeka...” como pode me chamar assim se nem me conhece?
Não me pergunte isso, Há coisas inexplicáveis relacionadas a mim...
...Eu mesma me perguntei o que estava acontecendo ali...Mas não achei a resposta...Apenas mais uma pergunta...Demônios não existiam...Mas anjos?
Que tipo de caso paranormal é Emily?
Lá na área de minha vovó...Em frente à porta existia um balanço que papai tinha feito pra mim...E naquele balanço tinha uma menina...Ela tinha cabelos compridos e pretos...Ela, na verdade estava toda de preto, só com uma gola branca...Ela era linda...Era muito branca...Parecia de neve...Parecia uma boneca...Eu me aproximei para que ela pudesse olhar para mim e de repente perguntar “quem é você?...” mas na verdade fui eu quem perguntou a ela...E ela por incrível que pareça não se quer olhou para mim...Respondeu:
...Meu nome é Emily...Não tenha medo de mim como todos têm...Não diga que sou do demônio...Eu sou o demônio...Muito prazer...Rebeka...
E eu perguntei: “... Rebeka...” como pode me chamar assim se nem me conhece?
Não me pergunte isso, Há coisas inexplicáveis relacionadas a mim...
...Eu mesma me perguntei o que estava acontecendo ali...Mas não achei a resposta...Apenas mais uma pergunta...Demônios não existiam...Mas anjos?
Que tipo de caso paranormal é Emily?
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